Fundada em 1950 em Malmö, na Suécia, pelo Dr. Frederik Paulsen e sua esposa Eva Paulsen, a Ferring Pharmaceuticals é uma multinacional biofarmacêutica pioneira, hoje sediada em Saint-Prex, na Suíça.
Com uma história global construída sob a filosofia de que "as pessoas vêm em primeiro lugar", a companhia consolidou-se como especialista na ciência dos peptídeos e dos hormônios naturais.
No mercado brasileiro, a Ferring estabeleceu uma operação estratégica e robusta, focada em transformar a jornada dos pacientes ao introduzir tratamentos de alta complexidade e padrão internacional adaptados às necessidades do ecossistema de saúde do país.
O modelo de atuação da Ferring Brasil diferencia-se por seu foco direcionado à medicina especializada e personalizada, atuando fortemente nos canais institucional, hospitalar e de varejo de alta complexidade.
A estratégia corporativa da empresa é estruturada para apoiar a saúde humana de forma integral, desenvolvendo soluções terapêuticas que acompanham o indivíduo desde a concepção e o nascimento até o envelhecimento saudável.
A marca se destaca pelo estreito relacionamento com as comunidades científicas e pela criação de programas robustos de suporte ao paciente.
A Ferring direcionada investimentos massivos e consistentes para seus centros mundiais de Pesquisa e Desenvolvimento (P & D), mantendo sua vanguarda histórica na síntese de peptídeos e na biotecnologia avançada.
A companhia expandiu significativamente suas fronteiras de inovação ao liderar o desenvolvimento de terapias baseadas no microbioma humano, abrindo novos caminhos para a medicina regenerativa e gastroenterológica.
Alinhada às diretrizes de governança global, a Ferring Brasil conduz suas operações logísticas e comerciais sob rigorosos padrões de sustentabilidade e responsabilidade corporativa.
| Classe Terapêutica | G3G - Gonadotrofinas Incluindo Outros Estimulantes Para Ovulação |
|---|---|
| Princípio Ativo/Substância | Deltafolitropina |
| Para que este medicamento é indicado? | Este medicamento é indicado para o desenvolvimento de vários folículos na estimulação ovariana controlada em mulheres sob tratamento de reprodução assistida (TRA), como na fertilização in vitro (FIV) ou no ciclo de injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI). | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Como este medicamento funciona? | Rekovelle® contém um hormônio humano recombinante (que é produzido em laboratório), a deltafolitropina, similar ao hormônio folículo estimulante normalmente produzido pelo organismo. Este hormônio faz parte dos hormônios denominados gonadotropinas e é utilizado na reprodução assistida. O efeito esperado deste hormônio é estimular de forma controlada o ovário a desenvolver múltiplos folículos. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Apresentação do medicamento e tipos de uso. | Solução injetável 33,3 mcg/mL disponível nas seguintes apresentações:
VIA SUBCUTÂNEA USO ADULTO | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Composição do medicamento. | Cada mL de Rekovelle® contém: deltafolitropina: 33,3 mcg Excipientes: fenol, polissorbato 20, levometionina, sulfato de sódio decahidratado, hidrogeno fosfato dissódico dodecahidratado, ácido fosfórico, hidróxido de sódio e água para injeção. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Quando não devo usar este medicamento? | O Rekovelle® não deve ser utilizado nos seguintes casos:
O Rekovelle® não deve ser usado quando uma resposta efetiva não pode ser obtida, como nos seguintes casos:
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com deltafolitropina e até 10 – 14 dias após o seu término, devido ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| O que devo saber antes de usar este medicamento? | O Rekovelle® contém uma potente substância gonadotrófica capaz de causar reações adversas moderadas a severas e deve ser prescrito apenas por médicos familiarizados com a infertilidade e seu gerenciamento. A terapia com gonadotropina requer compromisso de tempo pelo médico e profissional da saúde, assim como disponibilidade de instalações apropriadas para o devido monitoramento. A segurança e eficácia do uso de Rekovelle® requer monitoramento da resposta ovariana com ultrassonografia isolada, ou em combinação com a medição dos níveis de estradiol no sangue regularmente. A dose de Rekovelle® deve ser individualizada para cada paciente a fim de obter uma resposta ovariana com perfil de segurança/eficácia favorável. A resposta dos pacientes à administração deste hormônio pode variar desde uma resposta baixa quanto uma resposta exagerada. Antes de iniciar o tratamento, a infertilidade do casal e as possíveis contraindicações devem ser avaliadas apropriadamente. Em particular, as pacientes devem ser avaliadas quanto ao hipotireoidismo (diminuição da função da tireoide) e hiperprolactinemia (aumento da quantidade sanguínea de prolactina, o hormônio responsável pela produção do leite), caso necessário, o devido tratamento deve ser realizado. Pacientes submetidas à estimulação de crescimento folicular podem apresentar aumento do ovário e correm o risco de desenvolver a síndrome de hiperestimulação ovariana. Deve-se seguir a dose de Rekovelle® e o regime de administração prescritos por seu médico, assim como o monitorar cuidadosamente a terapia para minimizar a incidência de tais eventos. Não é recomendada a utilização de resultados obtidos com outros ensaios para a determinação da dose de Rekovelle®. Os únicos exames diagnósticos para determinação de dose devem ser: o imunoensaio ELECSYS AMH Plus fabricado pela Roche ou alternativamente o ACCESS AMH Advanced fabricado pela Beckman Coulter, visto que não existe atualmente uma uniformização dos ensaios do AMH disponíveis. Síndrome de Hiperestimulação Ovariana (SHO)As pacientes submetidas à estimulação de crescimento folicular podem apresentar certo grau de aumento do ovário, efeito normalmente observado com mais frequência em pacientes com síndrome do ovário policístico, que normalmente regride ao estado normal sem nenhum tratamento específico. Ao contrário do aumento ovariano sem complicações, a SHO é uma condição que pode se manifestar em crescentes níveis de severidade. Esta síndrome ocorre quando os folículos se desenvolvem excessivamente e formam cistos, causando o aumento agudo do ovário, altos níveis de esteroides sexuais no sangue e, aumento da permeabilidade vascular que pode resultar no acúmulo de fluídos no peritônio, pleura e, raramente, nas cavidades pericárdicas. É importante enfatizar que cuidado e o monitoramento frequente do desenvolvimento folicular são medidas importantes para reduzir o risco de SHO. Caso você sinta um dos seguintes sintomas, informe imediatamente seu médico: dor, desconforto e distensão abdominal, aumento do ovário grave, ganho de peso, dispneia (dificuldade de respirar), oligúria (redução da micção) e sintomas gastrointestinais incluindo náusea, vômito e diarreia. A avaliação clínica pode revelar hipovolemia, hemoconcentração, desequilíbrio eletrolítico, ascite, hemoperitôneo, efusão pleural, hidrotórax, ou insuficiência pulmonar aguda. Muito raramente, a SHO grave pode ser complicada pela torção ovariana ou eventos tromboembólicos como embolia pulmonar, acidente vascular cerebral isquêmico ou infarto do miocárdio. A resposta ovariana excessiva em resposta ao tratamento com gonadotropina raramente origina a SHO, a menos que hCG seja administrado para o alcance final da maturação folicular. Além do mais, a síndrome pode ser mais severa e ser prolongada caso ocorra a gravidez. Portanto, no caso de hiperestimulação ovariana, seria prudente suspender o hCG e aconselhar a paciente abster-se de coito ou fazer uso de um método contraceptivo de barreira por pelo menos 4 dias. A SHO pode progredir rapidamente (de 24 horas a vários dias) tornando-se um evento adverso grave. A SHO precoce pode ocorrer em até 9 dias após a indução final da maturação folicular. O desenvolvimento de SHO tardia como consequência das alterações hormonais durante a gravidez pode ocorrer 10 dias ou mais após a indução final da maturação folicular. Devido ao risco de desenvolver SHO, as pacientes devem ser acompanhadas por pelo menos duas semanas após a administração de hCG. Outras medidas consideradas para reduzir o risco de SHO incluem a administração de agonista de GnRH ao invés de hCG para o alcance final da maturação folicular. A administração de agonista de GnRH pode reduzir, mas não eliminar, o risco de SHO, sendo aplicável apenas para os ciclos de antagonista de GnRH. Eventos tromboembólicos (problemas de coagulação do sangue)Mulheres com doença tromboembólica ou doença tromboembólica recente ou mulheres com risco conhecido para evento tromboembólico, como histórico familiar, obesidade severa (índice de massa corporal >30kg/m2) ou trombofilia (propensão de desenvolver trombose), podem ter risco aumentado para eventos tromboembólicos arteriais ou venosos, durante ou após o tratamento com gonadotropina. O tratamento com gonadotropina pode aumentar o risco de ocorrer ou agravar tais eventos. Nessas mulheres, deve-se avaliar os benefícios da administração de gonadotropina contra seus respectivos riscos. Contudo, deve-se observar que a gravidez propriamente dita, assim como a SHO, também leva a um aumento no risco de eventos tromboembólicos. Torção ovarianaA ocorrência de torção ovariana tem sido relatada durante os ciclos de tratamento de reprodução assistida. Pode estar associada com outros fatores de risco como a SHO, gravidez, cirurgia abdominal prévia, histórico passado de torção ovariana, cisto ovariano presente ou prévio e ovário policístico. Dano ovariano devido ao fluxo sanguíneo reduzido pode ser limitado pelo diagnóstico precoce e destorção imediata. GravidezRekovelle® não é indicado durante a gravidez. Nenhum risco teratogênico foi reportado, após a estimulação ovariana controlada em uso clínico com gonadotropinas. Não existem dados inadvertidos relacionadas à exposição de mulheres grávidas com Rekovelle®. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva com o uso de Rekovelle® acima da dose recomendada em humanos. Categoria C para gravidez - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Gravidez múltiplaA gravidez múltipla pode causar complicações médicas tanto para a paciente quanto para os bebês. Em pacientes submetidas a procedimentos de reprodução assistida para o tratamento de infertilidade o risco de gravidez múltipla relaciona-se tanto com o número de embriões transferidos, sua qualidade e idade da paciente, contudo a gravidez de gêmeos pode em raras ocasiões ocorrer a partir da transferência de um único embrião. As pacientes devem ser avisadas sobre o risco potential de gravidez múltipla antes do início do tratamento. Perda da gravidezA incidência de perda de gravidez por aborto espontâneo é maior em pacientes submetidas a estimulação ovariana controlada durante o tratamento de reprodução assistida ao comparar com a concepção natural. Gravidez ectópicaMulheres com histórico de doença tubária (das trompas) correm risco de gravidez ectópica (fora do útero), independentemente do tipo de concepção - natural ou por tratamentos de fertilidade. A prevalência de gravidez ectópica após tratamento de reprodução assistida tem sido reportada como sendo maior do que na população em geral. LactaçãoO uso de Rekovelle® não é recomendado durante a amamentação. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Tumores no Sistema ReprodutivoExistem relatos de tumores ovarianos e em outros órgãos do sistema reprodutivo, tanto benignos quanto malignos, em mulheres que se submeteram à múltiplos regimes de tratamento de infertilidade. Não foi estabelecido se o tratamento com gonadotrofina aumenta o risco desses tumores em mulheres inférteis. Malformação congênitaA prevalência de malformação congênita após tratamento de reprodução assistida pode ser ligeiramente maior quando comparado com a concepção espontânea. Isso pode ser devido às diferentes características dos pais (por exemplo, idade da mãe, características do esperma) e à gravidez múltipla. Outras condições médicasAs condições médicas que contraindicam a gravidez também devem ser avaliadas antes do início do tratamento com Rekovelle®. Conteúdo de sódioRekovelle® contém menos que 1 mmol de sódio (23 mg) por dose, isto é, praticamente “livre de sódio”. Interações medicamentosasNão foram realizados estudos de interação medicamentosa com Rekovelle®. Com a dessensibilização pituitária causada pelo uso de após agonista de GnRH, uma maior duração da estimulação e consequentemente uma maior dose de Rekovelle® pode ser necessária para atingir uma resposta folicular adequada. Efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinasEspera-se que o Rekovelle® tenha nenhuma influência ou influência não considerável sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento? | Rekovelle® deve ser armazenado em geladeira (2°C – 8°C) e não deve ser congelado. Rekovelle® possui prazo de validade de 36 meses quando seus cuidados de conservação são respeitados. Manter o produto em sua embalagem original a fim de protegê-lo da luz. Antes de iniciar o uso: Manter na embalagem original para proteger da luz. Durante o uso: Manter a caneta fechada para proteger da luz. Após aberto (primeira aplicação), válido por até 28 dias quando armazenado entre 2°C e 30°C. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Características físicas e organolépticas: solução límpida e incolor, com pH entre 6,0 – 7,0. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Como devo usar este medicamento? | O tratamento com Rekovelle® deve ser iniciado sob a supervisão de um médico experiente no tratamento de infertilidade. As pacientes devem ser devidamente orientadas sobre como usar a caneta de aplicação de Rekovelle® e em como realizar a administração. POSOLOGIA:A posologia de Rekovelle® é individualizada para cada paciente a fim de obter uma resposta ovariana com perfis de segurança e eficácia favoráveis, como por exemplo, a obtenção de um número adequado de oócitos recuperados e redução das intervenções para prevenção da síndrome da hiper estimulação ovariana (SHO). O Rekovelle® é dosado em microgramas (mcg) e não em unidades internacionais (UI) de atividade biológica. O regime de dosagem é específico para Rekovelle® e a dose em microgramas não pode ser aplicada a outras gonadotropinas. Para o primeiro ciclo de tratamento, a dose individual diária será determinada com base no nível sérico do hormônio antimülleriano (AMH = anti-müllerian hormone) da mulher, o qual é utilizado como biomarcador da reserva ovariana como preditor de resposta à gonadotropina, em conjunto com o peso corpóreo da mulher. A dose deve ser baseada numa determinação recente AMH Plus (pelo menos dentro dos últimos 12 meses) medida através dos testes de diagnóstico de imunoensaio Elecsys® AMH Plus (Roche) ou ACCESS AMH Advanced (Beckman Coulter). A dose individual diária deve ser mantida durante o período de estimulação. Para mulheres com AMH <15 pmol/L a dose diária é de 12 microgramas, independente do peso corpóreo. Para mulheres com AMH ≥15 pmol/L a dose diária diminui de 0,19 a 0,10 microgramas/Kg corporal conforme a concentração de AMH aumenta (veja Tabela 1). A dose deve ser arredondada para o mais próximo de 0,33 microgramas para se equiparar à escala de dosagem da caneta aplicadora. A dose máxima diária para o primeiro ciclo de tratamento é 12 microgramas. A concentração de AMH deve ser expresso em pmol/L e deve ser arredondado para o número inteiro mais próximo (veja Tabela 1). Caso a concentração de AMH estiver em ng/mL, a concentração deve ser convertida antes do uso para pmol/L multiplicando por 7,14 (ng/mL x 7,14 = pmol/L). Para o cálculo da dosagem de Rekovelle®, o peso corporal deve ser mensurado sem o uso de sapatos e casaco e logo antes o início da estimulação. Tabela 1 Regime de dosagem
Exemplo de arredondamento da concentração de AMH: AMH: 16,6 pmol/L é arredondado para 17 pmol/L (número inteiro mais próximo) O tratamento com Rekovelle® deve ser iniciado no dia 2 ou 3 após o início do sangramento menstrual em um protocolo utilizando antagonista do hormônio liberador de gonadotropina (GnRH), ou aproximadamente 2 semanas do início do tratamento após agonista em um protocolo para down-regulation utilizando agonista de GnRH. O tratamento deve continuar até que o desenvolvimento folicular adequado seja alcançado (≥3 folículos ≥17 mm), o qual ocorre em média no nono ou décimo dia do tratamento (variação de 5 a 20 dias), conforme avaliado pelo médico, através do monitoramento de ultrassom sozinho ou em combinação com a medida do nível sérico de estradiol. Assim que pelo menos 3 folículos ≥ 17 mm forem observados, uma injeção única de 250 microgramas de gonadotropina coriônica humana recombinante (hCG) ou 5.000 UI de hCG deve ser administrada para induzir a maturação folicular final. Em pacientes com resposta ovariana excessiva, ≥ 25 folículos de diâmetro ≥ 12 mm a administração de um agonista GnRH ao invés de hCG pode ser considerado para alcançar a maturação folicular final. A administração de agonista GnRH pode reduzir, mas não eliminar, o risco de SHO e é aplicável apenas para os ciclos de antagonistas de GnRH. No caso de administração de agonista de GnRH, os embriões não devem ser substituídos no ciclo fresco, mas criopreservado para uso posterior. Para os ciclos de tratamento subsequentes, a dose diária de Rekovelle® deve ser mantida ou modificada de acordo com a resposta ovariana da paciente no ciclo prévio. Se a paciente apresentou resposta ovariana adequada no ciclo prévio sem desenvolver SHO, a mesma dose diária de Rekovelle® deve ser administrada. No caso de hipo-resposta ovariana no ciclo de tratamento prévio, a dose diária de Rekovelle® no ciclo subsequente deve ser aumentada em 25% ou 50%, dependendo da extensão da resposta observada. No caso de hiper-resposta ovariana no ciclo prévio, a dose diária de Rekovelle® deve ser reduzida em 20% ou 33%, de acordo com a extensão da resposta observada. Em pacientes que desenvolveram SHO ou que apresentaram risco de desenvolver SHO no ciclo prévio, a dose de Rekovelle® para o ciclo subsequente deve ser 33% menor do que a dose administrada no ciclo em que ocorreu a SHO ou o risco de desenvolvê-la. A dose máxima diária é 24 microgramas. Pacientes com AMH > 35pmol/LPacientes com alto potencial de resposta (AMH >35 pmol/L) não foram estudadas para o protocolo de downregulation utilizando agonista de GnRH. Pacientes com insuficiência renal ou hepáticaA segurança, eficácia e farmacocinética de Rekovelle® em pacientes com insuficiência renal ou hepática não foram especificamente estudadas durante os estudos clínicos. Embora limitados, os dados obtidos não indicam a necessidade de um regime de dose diferente para estas pacientes. Pacientes com Síndrome do Ovário PolicísticoPacientes anovulatórias com Síndrome do Ovário Policístico não foram estudadas. Pacientes ovulatórias com ovários policísticos foram incluídas nos estudos clínicos. Uso em idosas (acima de 65 anos)O uso de Rekovelle® pela população idosa não é relevante. Uso pediátricoConsiderando a indicação de Rekovelle®, seu uso pela população pediátrica não é relevante. Populações especiaisA experiência proveniente de estudo clínico de Rekovelle® na população afrodescendente e hispânica é limitada. Contudo, durante a avaliação do medicamento e dos estudos clínicos foi considerado que a influência de fatores étnicos na segurança e eficácia de Rekovelle® como pouco provável. MODO DE USAR:Rekovelle® só deve ser administrado por injeção subcutânea, preferivelmente na parede abdominal. A primeira injeção de Rekovelle® deve ser realizada sob supervisão médica direta. A autoadministração de Rekovelle® deve ser realizada apenas por pacientes que estejam confiantes na aplicação, devidamente treinadas e com acesso a conselho de especialista.
A solução não deve ser administrada caso contenha partículas ou caso não esteja límpida. Qualquer solução remanescente no carpule deve ser descartada após 28 dias da primeira aplicação. As agulhas utilizadas devem ser descartadas imediatamente após a aplicação. INSTRUÇÕES DE USO DA CANETA DE APLICAÇÃOINSTRUÇÕES GERAIS:
LIMPEZA:
ARMAZENAGEM:
ANTES DE USAR:
APÓS O PRIMEIRO USO (CANETA EM USO):
PREPARAÇÃO DA CANETA PARA O USO:ANTES DO USO (ETAPA 1):
ANEXANDO A AGULHA (ETAPAS 2 A 6)Importante
ETAPA 2
ETAPA 3
ETAPA 4
ETAPA 5
ETAPA 6
AJUSTANDO A CANETA (ETAPAS 7 A 9)
ETAPA 7
ETAPA 8
ETAPA 9
SELECIONANDO A DOSE (ETAPA 10)
Exemplos
DOSE DIVIDIDA
Tabela 2:
INJETANDO SUA DOSE (ETAPAS 11 A 12)Importante
ETAPAS 11 E 12
Observações:
DESCARTANDO A AGULHA (ETAPA 13)
Observações:
As agulhas usadas e devidamente tampadas devem ser colocadas em um recipiente resistente a perfurações, como um recipiente para descarte de objetos cortantes imediatamente após o uso. O material cortante não deve ser descartado no lixo doméstico. Caso a paciente não possuir recipiente para descarte de objetos cortantes, orientá-la a fazer uso de um recipiente doméstico que seja:
RECOLOCANDO A TAMPA NA CANETA (ETAPA 14)
Observações:
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista. Nota: As imagens e ilustrações referenciadas neste manual podem ser vistas diretamente na bula original do medicamento. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? | Caso se esqueça de administrar alguma dose, não compense na dose seguinte. Ligue para seu médico o mais rápido possível para saber como proceder. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Quais os males que este medicamento pode me causar? | As reações adversas mais comumente reportadas durante o tratamento com Rekovelle® foram síndrome da hiperestimulação ovariana (SHO), dor de cabeça, dor pélvica, náusea e fadiga. A SHO ocorreu em aproximadamente 6% das pacientes e SHO grave ocorreu em menos de 0,9% das pacientes. A tabela abaixo (Tabela 3) apresenta as reações adversas em pacientes tratadas com Rekovelle® nos estudos clínicos utilizando o regime de dose baseado em algoritmo. Dentro de cada grupo de frequência, as reações adversas estão dispostas em ordem decrescente de gravidade. Tabela 3 Reações adversas nos estudos clínicos pivotais
Os dados das reações adversas reportadas após a comercialização estão de acordo com as reações reportadas na tabela 3. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? | O efeito de superdose é desconhecido, contudo, existe o risco de ocorrer a SHO. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Dizeres Legais | Registro: 1.2876.0020 Importado e Registrado por: Laboratórios Ferring Ltda. Av. Engenheiro Luis Carlos Berrini, n° 105, 12° andar 04571-900 – São Paulo - SP CNPJ: 74.232.034/0001-48 Produzido por: Vetter Pharma-Fertigung GmbH & Co. KG Ravensburg – Alemanha. SAC: 0800 772 4656 www.ferring.com.br VENDA SOB PRESCRIÇÃO | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Crinone - Merck S/A
R$ 789,00
ou 6x de R$ 131,50
Utrogestan - Besins Healthcare Brasil Comercial E Distribuidora De Medicamentos Ltda
R$ 206,00
ou 2x de R$ 103,00
Merional Hg - Besins Healthcare Brasil Comercial E Distribuidora De Medicamentos Ltda
R$ 186,00
ou 2x de R$ 93,00
Rekovelle - Laboratórios Ferring Ltda
R$ 719,00
ou 6x de R$ 119,83
Ovidrel - Merck S/A
R$ 649,00
ou 6x de R$ 108,16
Gonal F - Merck S/A
R$ 1.219,00
ou 6x de R$ 203,16
Fostimon-M - Besins Healthcare Brasil Comercial E Distribuidora De Medicamentos Ltda
R$ 206,49
ou 2x de R$ 103,24
Menopur - Laboratórios Ferring Ltda
R$ 1.059,00
ou 6x de R$ 176,50
Pergoveris - Merck S/A
R$ 579,00
ou 6x de R$ 96,50
Merional Hg - Besins Healthcare Brasil Comercial E Distribuidora De Medicamentos Ltda
R$ 186,00
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Gonal F - Merck S/A
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