Erleada - Janssen-Cilag Farmaceutica Ltda - 60 MG COM REV CT FR PLAS PEAD/PP OPC X 120
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Descrição do Produto

Sobre a Johnson & Johnson Innovative Medicine Brasil

O Legado de Janssen e o Futuro da Ciência

A Johnson & Johnson Innovative Medicine representa a evolução da divisão farmacêutica da companhia, anteriormente conhecida mundialmente como Janssen.
Com mais de seis décadas de presença e forte atuação no Brasil, essa transição de marca reforça o foco exclusivo da empresa no desenvolvimento de soluções biofarmacêuticas de ponta.
A operação brasileira une a escala global da J & J a um profundo compromisso científico para enfrentar algumas das condições médicas mais complexas e desafiadoras da atualidade.

Propósito e Liderança em Medicina de Precisão

A narrativa da companhia é inteiramente guiada pelo propósito de mudar a trajetória da saúde humana, agindo onde a medicina se faz mais urgente.
A J & J Innovative Medicine foca seus esforços na intersecção entre a biologia molecular profunda, a ciência de dados e a medicina de precisão para descobrir tratamentos que possam não apenas tratar, mas prevenir e curar patologias graves.
Essa visão transforma a pesquisa laboratorial em impacto real, gerando sustentabilidade para os sistemas de saúde e proporcionando mais tempo e qualidade de vida para as pessoas.

Principais Áreas de Atuação

  • Oncologia e Hematologia: Desenvolvimento de terapias inovadoras e direcionadas contra o câncer, com forte liderança no tratamento de tumores sólidos e doenças malignas do sangue.
  • Imunologia: Portfólio de alta complexidade voltado para o controle de doenças inflamatórias crônicas severas e autoimunes nas áreas de reumatologia, dermatologia e gastroenterologia.
  • Neurociência: Pesquisa contínua e distribuição de medicamentos essenciais voltados ao manejo de distúrbios neurológicos graves e condições de saúde mental, como a depressão resistente e a esquizofrenia.
  • Hipertensão Pulmonar e Cardiovascular: Soluções avançadas direcionadas ao cuidado de doenças do sistema circulatório e patologias vasculares de difícil manejo.
  • Retina: Avanços em terapias especializadas de última geração focadas no tratamento e prevenção de doenças degenerativas que comprometem a visão.

Pesquisa Clínica e Impacto no Ecossistema Nacional

A subsidiária brasileira desempenha um papel de destaque na atração de investimentos globais para Pesquisa e Desenvolvimento (P & D), figurando de forma consistente como um dos principais polos de estudos clínicos da América Latina.
A empresa mantém canais ativos de colaboração com a comunidade médica, universidades e centros de saúde nacionais, promovendo o intercâmbio científico e a inserção de pesquisadores brasileiros na vanguarda da ciência mundial.
Por meio de robustos programas de suporte ao paciente e de parcerias estratégicas, a marca atua de forma ética e colaborativa para expandir o acesso sustentável às suas terapias inovadoras nos setores público e privado.

Especialidade

Classe TerapêuticaL2B2 - Hormônios Antiandrogênicos Citostáticos
Princípio Ativo/SubstânciaApalutamida

Bula

Para que este medicamento é indicado?

Indicações


ERLEADA® é indicado para o tratamento de pacientes com:



  • Câncer de próstata que se espalhou para outras partes do corpo e que ainda respondem a medicamentos que diminuem a testosterona;

  • Câncer de próstata que não se espalhou para outras partes do corpo, após falha à terapia de privação de androgênios (um hormônio sexual).

Como este medicamento funciona?

A apalutamida inibe seletivamente o receptor de andrógenos diminuindo a produção de andrógenos (hormônio sexual). Em modelos de ratos com câncer de próstata, a administração de apalutamida causa diminuição da proliferação de células tumorais e aumento da apoptose (morte de células) levando a uma potente atividade antitumoral

Apresentação do medicamento e tipos de uso.

Comprimidos revestidos de 60 mg de apalutamida em frasco com 120 comprimidos revestidos.


USO ORAL. USO ADULTO

Composição do medicamento.

Cada comprimido contém 60 mg de apalutamida.


Excipientes: acetato e succinato de hipromelose, croscarmelose sódica, celulose microcristalina, celulose microcristalina silicificada, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinílico, dióxido de titânio, macrogol, talco, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro preto.

Quando não devo usar este medicamento?

ERLEADA® é contraindicado em mulheres grávidas ou que podem engravidar.


ERLEADA® é contraindicado em casos de hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer uma das substâncias contidas na fórmula.

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Eventos Cardiovasculares Isquêmicos e Eventos Cerebrovasculares Isquêmicos


Eventos cardiovasculares isquêmicos e eventos cerebrovasculares isquêmicos ocorreram em pacientes que receberam ERLEADA®. Seu médico deverá monitorar os sinais e sintomas para doença cardíaca isquêmica e eventos cerebrovasculares isquêmicos, e otimizar o gerenciamento de fatores de risco, como hipertensão, diabetes ou dislipidemia.


Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser potencialmente fatal (morte súbita).


Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).



Quedas e Fraturas


Quedas e fraturas ocorreram em pacientes que receberam ERLEADA®. Seu médico irá realizar uma avaliação quanto ao risco de fratura e queda e a necessidade do uso de agentes inibidores da reabsorção óssea.



Convulsão


ERLEADA® deverá ser interrompido se você desenvolver uma convulsão durante o tratamento. Ocorreram convulsões em 0,2% dos pacientes que receberam ERLEADA® em estudos clínicos.



Reações Adversas Cutâneas Severas (SCAR)


Reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS) e síndrome de Stevens-Johnson (SSJ)/necrólise epidérmica tóxica (NET) ocorreram raramente em pacientes utilizando ERLEADA®. Caso você desenvolva erupção cutânea grave ao longo do corpo, geralmente com febre e linfonodos inchados e efeitos nas células sanguíneas e órgãos (DRESS), erupção cutânea grave ou descamação da pele, bolhas e/ou feridas na boca (SSJ/NET), o seu tratamento com ERLEADA® deve ser interrompido imediatamente e o seu médico deve ser avisado prontamente.



Doença Pulmonar Intersticial (DPI)


Foram observados casos de inflamação não infecciosa nos pulmões pós-comercialização, incluindo casos fatais, em pacientes tratados com ERLEADA®. Em caso de início agudo e/ou piora inexplicada dos sintomas pulmonares, pare de tomar ERLEADA® e entre em contato com seu médico ou procure atendimento médico imediatamente. Se for diagnosticada a inflamação não infecciosa nos pulmões, o uso de ERLEADA® deve ser interrompido imediatamente.



Gravidez, Aleitamento Materno e Fertilidade


ERLEADA® é contraindicado em mulheres que estão ou podem engravidar. Com base em sua ação, ERLEADA® pode causar dano fetal quando administrado durante a gravidez. Não há dados disponíveis com o uso de ERLEADA® durante a gravidez.


Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.



Contracepção: ERLEADA® pode ser prejudicial para um feto em desenvolvimento. Se você tiver relações sexuais com parceiras mulheres que possam engravidar, use preservativo juntamente com outro método anticonceptivo altamente eficaz durante o tratamento e durante 3 meses após a última dose de ERLEADA®.



Amamentação: Não há dados sobre a presença de apalutamida ou seus metabólitos no leite humano, sobre o efeito sobre o bebê amamentado ou sobre o efeito na produção de leite.



Infertilidade e Fertilidade: A fertilidade masculina provavelmente será prejudicada pelo tratamento com a apalutamida. ERLEADA® pode prejudicar a fertilidade nos homens com potencial reprodutivo.



Efeitos na Capacidade de Conduzir e Usar Máquinas


Não foram realizados estudos sobre os efeitos da ERLEADA® sobre a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. Não é esperado que ERLEADA® afete a capacidade de dirigir ou operar máquinas.



Interações Medicamentosas



  • Medicamentos que inibem CYP2C8, CYP3A4 (enzimas hepáticas): O efeito da coadministração de ERLEADA® com gemfibrozil (inibidor forte de CYP2C8) e ERLEADA® com itraconazol (inibidor forte de CYP3A4) foi estudado. Nenhum ajuste de dose inicial é necessário, mas seu médico pode considerar reduzir a dose de ERLEADA® com base na tolerabilidade.

  • Medicamentos que induzem CYP3A4 ou CYP2C8 (enzimas hepáticas): Os efeitos dos indutores de CYP3A4 ou CYP2C8 na apalutamida não foram avaliados in vivo. As simulações sugerem que a rifampicina (indutor forte CYP3A4 e indutor moderado de CYP2C8) pode diminuir a concentração máxima atingida após a administração e a absorção total de apalutamida.

  • Agentes de redução de ácido: Não se espera que os agentes de redução de ácido afetem a solubilidade e a biodisponibilidade da apalutamida.

  • Medicamentos que afetam os transportadores: A apalutamida é completamente absorvida após administração oral, a P-gp (um transportador) não limita a absorção de apalutamida e, portanto, não se espera que a inibição ou a indução de transportadores afetem a biodisponibilidade da apalutamida.

  • Efeito de ERLEADA® em Enzimas Metabolizadoras de Medicamentos: ERLEADA® é um forte indutor de CYP3A4 e CYP2C19, e um indutor fraco de CYP2C9 (enzimas hepáticas). O uso concomitante de ERLEADA® com medicamentos que são principalmente metabolizados por essas enzimas pode resultar em menor exposição a esses medicamentos. O seu médico substituirá estes medicamentos sempre que possível ou avaliará a perda de eficácia se a medicação for continuada. Se for administrado com varfarina, seu médico deve monitorar a Relação Internacional Normalizada (INR) durante o tratamento com ERLEADA®.

  • Substratos de UGT: A administração concomitante de ERLEADA® com medicamentos que são substratos de UGT (uma enzima hepática) pode resultar em menor exposição a esses medicamentos. Seu médico deve ter cuidado quando os substratos de UGT são coadministrados com ERLEADA® e irá avaliar a perda de eficácia.

  • Efeito da apalutamida em Proteínas Transportadoras de medicamentos: O uso concomitante de ERLEADA® com medicamentos que são substratos das proteínas transportadoras de medicamento, P-glicoproteína (P-gp), proteína de resistência ao câncer de mama (BCRP) e polipéptido de transporte de ânions orgânicos 1B1 (OATP1B1), pode resultar em menor exposição desses medicamentos. O seu médico deve ter cuidado quando os substratos de P-gp (por exemplo, colchicina, dabigatrano etexilato, digoxina), BCRP ou OATP1B1 (por exemplo, lapatinibe, metotrexato, rosuvastatina, repaglinida) são coadministrados com ERLEADA® e irá avaliar a perda de eficácia se a medicação for continuada.

  • Hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH): Em pacientes com mCPSC recebendo acetato de leuprorrelina (um análogo de GnHR) co-administrado com apalutamida, os dados de farmacocinética indicaram que a apalutamida não teve efeito aparente na exposição da leuprorrelina no estado estacionário.



Interferência em Exames de Laboratório


Este medicamento (apalutamida) pode causar alteração nos resultados de um exame usado para medir a quantidade de digoxina no sangue. Em alguns casos, o exame pode mostrar um valor falsamente mais alto, mesmo que a pessoa não esteja tomando digoxina. Por isso, se você faz uso de digoxina ou precisar fazer esse exame, informe ao seu médico. Os resultados devem ser avaliados com cuidado e, se necessário, confirmados com outro tipo de teste antes que qualquer mudança na dose da digoxina seja feita.



Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.


Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.



Atenção: Contém os corantes óxido de ferro amarelo, óxido de ferro preto e dióxido de titânio.

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Cuidados de armazenamento e conservação


ERLEADA® deve ser armazenado em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC) em sua embalagem original. Não descartar o agente dessecante. Proteger da luz e da umidade.


Este medicamento tem validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação.


Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.


Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, é válido por 6 semanas.



Aspecto físico


Os comprimidos revestidos de ERLEADA® 60 mg são amarelados a verde acinzentados, de forma oblonga com a marcação "AR 60" de um lado do comprimido.


Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.



Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Como devo usar este medicamento?

Posologia e Modo de Usar


A dose recomendada de ERLEADA® é de 240 mg (quatro comprimidos revestidos de 60 mg) administrados via oral, uma vez ao dia. Os comprimidos revestidos devem ser deglutidos inteiros. ERLEADA® pode ser tomado com ou sem comida.


Os pacientes também devem receber um análogo do hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH) concomitantemente ou devem ter uma orquiectomia bilateral (retirada cirúrgica dos testículos).


Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.



Modificação da Dose


Se você apresentar uma toxicidade ≥ de grau 3 (seu médico irá dizer como identificá-lo) ou um efeito adverso intolerável, seu médico suspenderá o uso do produto até que os sintomas melhorem para ≤ Grau 1 ou grau original. Então, seu médico decidirá retomar com a mesma dose ou dose reduzida (180 mg ou 120 mg), se justificado.



Populações Especiais



  • Pediatria (17 anos de idade e menor): A segurança e eficácia de ERLEADA® em crianças não foram avaliadas. Não há uso relevante de ERLEADA® em pacientes pediátricos com idade igual ou inferior a 17 anos. Não é recomendado o uso de apalutamida nesta população.

  • Idosos (65 anos de idade e mais velhos): Não foram observadas diferenças gerais de segurança ou eficácia entre idosos e indivíduos mais jovens.

  • Insuficiência Renal: Não é necessário um ajuste de dose para pacientes com insuficiência renal leve a moderada. Não há dados disponíveis em pacientes com insuficiência renal grave ou renal terminal, portanto, não é recomendado o uso de apalutamida nesta população.

  • Insuficiência Hepática: Não é necessário um ajuste de dosagem para pacientes com insuficiência hepática leve ou moderada. Não há dados disponíveis em pacientes com insuficiência hepática grave, portanto, não é recomendado o uso de apalutamida nesta população.



Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Se você esquecer uma dose, tome o mais rápido possível no mesmo dia com um retorno ao horário normal no dia seguinte. Você não deve tomar comprimidos extras para compensar a dose perdida.


Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

Quais os males que este medicamento pode me causar?

Reações Adversas e Efeitos Colaterais


Dentro de cada agrupamento de frequência, os efeitos indesejáveis são apresentados por ordem decrescente de seriedade.




  • Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes): fadiga (cansaço), artralgia (dor articular), erupção cutânea, ondas de calor, hipertensão, diarreia, queda, fratura e perda de peso.

  • Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes): espasmos musculares, prurido (coceira), paladar alterado, hipercolesterolemia (alto nível de colesterol no sangue), hipertrigliceridemia (alto nível de triglicérides [um tipo de gordura] no sangue), doença cardíaca isquêmica (doença no coração causada pelo baixo fluxo de sangue para o coração), eventos cerebrovasculares isquêmicos (derrame ou mini derrame causado pelo baixo fluxo de sangue para parte do cérebro) e hipotireoidismo (baixa produção dos hormônios da tireoide).

  • Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes): convulsão.



Dados de Pós-Comercialização


Em adição às reações adversas reportadas durante os estudos clínicos, as reações a seguir foram relatadas voluntariamente durante o monitoramento de mercado. Como essas reações são notificadas por uma população de tamanho incerto, nem sempre é possível estimar com segurança sua frequência ou estabelecer uma relação causal com a exposição ao medicamento.




  • Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes): diminuição de apetite e doença intersticial pulmonar (inflamação nos pulmões que pode levar a danos permanentes).

  • Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes): reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos (erupção cutânea severa ao longo do corpo, geralmente com febre e linfonodos inchados, e efeitos nas células do sangue e órgãos), síndrome de Stevens-Johnson/necrólise epidérmica tóxica (SSJ/NET - erupção cutânea severa ao longo do corpo com bolhas e descamação da pele, incluindo úlceras na boca, garganta, nariz, olhos e órgãos sexuais, na qual febre e sintomas parecidos com gripe podem surgir antes das erupções. SSJ/NET pode colocar a vida em risco), erupção liquenóide (condição da pele ou das mucosas que causa lesões avermelhadas e pequenas que parecem o líquen plano, podendo causar coceira).

  • Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes): síndrome das pernas inquietas (sentimento de desconforto, com uma necessidade irresistível de mover as pernas, e às vezes os braços e outras partes do corpo).



Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.



Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Conduta em casos de sobredosagem


Não existe um antídoto específico conhecido para a sobredosagem de apalutamida. Não foram observadas toxicidades limitantes de dose a 480 mg por dia (o dobro da dose diária recomendada).


É aconselhável entrar em contato com um centro de controle de intoxicação para obter as últimas recomendações para o gerenciamento de uma overdose.



Tratamento


No caso de uma sobredosagem, a administração de ERLEADA® deve ser interrompida, devendo-se realizar medidas gerais de suporte até que a toxicidade clínica diminua ou seja resolvida.



Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Dizeres Legais

Dizeres Legais


Reg. MS: 1.1236.3419


Farmacêutica Responsável: Erika Diago Rufino – CRF/SP nº 57.310



Produzido por:

Janssen Ortho LLC - Gurabo – EUA.

OU

Catalent Pharma Solutions, LLC – Winchester, EUA



Embalado (embalagem primária e secundária) por:

Janssen Ortho LLC - Gurabo, EUA.

OU

Janssen Cilag SpA – Latina, Itália



Importado e Registrado por:

JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA.

Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041, São Paulo – SP

CNPJ: 51.780.468/0001-87

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