Alecensa - Produtos Roche Químicos E Farmacêuticos S.A. - 150 MG CAP DURA CT BL AL AL X 224
Cód:
1010006680014

Descrição do Produto

Sobre a Roche Brasil

Histórico e Presença

Fundada globalmente em 1896, em Basileia, na Suíça, por Fritz Hoffmann-La Roche, a companhia consolidou-se como a maior empresa de biotecnologia do mundo.
No Brasil, a farmacêutica estabeleceu uma presença sólida e longeva, tornando-se referência nacional em soluções de saúde de alta complexidade.
A operação no país conta com sedes administrativas, centros de distribuição e uma estrutura focada em conectar inovação científica ao mercado brasileiro.


Presença de Mercado e Portfólio

A Roche diferencia-se no setor de saúde por integrar de forma única frentes de diagnóstico e tratamento sob a mesma organização.
Seu portfólio robusto é dividido estrategicamente entre as divisões Farmacêutica, Diagnóstica e Diabetes Care.
Essa sinergia entre testagem e terapia impulsiona o avanço da medicina personalizada, permitindo identificar e tratar doenças de forma cada vez mais assertiva.


Principais Áreas de Atuação

  • Oncologia: Liderança global no desenvolvimento de terapias biológicas e anticorpos monoclonais para o combate ao câncer.
  • Diagnóstico Laboratorial: Sistemas e testes de alta tecnologia para laboratórios, hospitais e clínicas de análises.
  • Neurociências: Pesquisa e tratamentos voltados a doenças degenerativas e neuromusculares complexas, como a esclerose múltipla e a AME.
  • Imunologia e Oftalmologia: Medicamentos direcionados a doenças inflamatórias crônicas e patologias graves da visão.
  • Doenças Raras: Desenvolvimento de soluções inovadoras para condições genéticas de baixa prevalência e alta complexidade.

Pesquisa, Desenvolvimento e Impacto Social

A Roche figura consistentemente entre as empresas que mais investem em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) no mundo, direcionando bilhões de francos suíços anualmente à ciência.
O Brasil é peça-chave nessa engrenagem, atraindo e conduzindo dezenas de estudos clínicos globais em parceria com centros de pesquisa nacionais.
A companhia também atua fortemente na sustentabilidade do sistema de saúde, promovendo programas de suporte ao paciente, parcerias de acesso e campanhas de conscientização sobre o diagnóstico precoce.

Especialidade

Classe TerapêuticaL1H - Inibidores De Proteina Quinase
RecomendaçãoAlecensa é um medicamento. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula. Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação. Informe-se com seu médico ou farmacêutico.
Princípio Ativo/SubstânciaCloridrato De Alectinibe

Bula

Para que este medicamento é indicado?

Tratamento de câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) ALK positivo avançado ou metastático



Alecensa® está indicado para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão do tipo de “não pequenas células”, que esteja localmente avançado ou metastático e que seja ALK positivo.



Alecensa® também está indicado para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão do tipo de “não pequenas células”, que esteja localmente avançado ou metastático e que seja ALK positivo e que tenham progredido durante o uso de outro medicamento chamado crizotinibe, ou que sejam intolerantes a ele.




Tratamento adjuvante de câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) ALK positivo após cirurgia



Alecensa® está indicado para o tratamento adjuvante após ressecção do tumor (cirurgia para retirada do tumor) em pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) positivo para quinase do linfoma anaplásico (ALK) no estágio IB (tumores ≥ 4 cm) até IIIA.

Como este medicamento funciona?

Alecensa® inibe a atividade do receptor tirosina quinase ALK, o que leva ao bloqueio de vias responsáveis pelo crescimento e sobrevivência do tumor. Além disso, Alecensa® induz a morte das células tumorais.



Alectinibe, substância ativa de Alecensa®, demonstrou atividade contra formas mutantes de ALK, que incluem mutações responsáveis pela resistência ao medicamento crizotinibe.



Alecensa® demonstrou ser capaz de se distribuir e permanecer dentro do sistema nervoso central.



Alecensa® levou à regressão do tumor em estudos realizados com camundongos; isso incluiu atividade antitumoral no cérebro e prolongamento da vida de animais com tumor intracraniano.



Depois que você ingere a cápsula de Alecensa®, a medicação é absorvida e atinge a quantidade máxima no sangue entre 4 e 6 horas. Após 7 dias de uso, um estado de equilíbrio da quantidade de medicação é atingido no seu sangue.

Apresentação do medicamento e tipos de uso.Alecensa® 150 mg em embalagens que contém 224 cápsulas duras (4 cartuchos que contém 56 cápsulas duras cada um).

VIA ORAL. USO ADULTO
Composição do medicamento.

Cada cápsula dura contém:



  • Princípio ativo: 150 mg de alectinibe (equivalente a 161,3 mg de cloridrato de alectinibe);

  • Excipientes: lactose monoidratada, laurilsulfato de sódio, carmelose cálcica, hiprolose e estearato de magnésio;

  • Cápsula dura: hipromelose, carragenina, cloreto de potássio, dióxido de titânio, amido e cera de carnaúba.



Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações a seguir. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, por favor, informe ao seu médico.

Quando não devo usar este medicamento?Alecensa® é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida ao alectinibe ou a qualquer outro componente da fórmula.
O que devo saber antes de usar este medicamento?

Doença pulmonar intersticial / Pneumonite (inflamação nos pulmões)


Casos de inflamação nos pulmões podem ocorrer durante o uso de Alecensa®. Seu médico deve ficar atento para sintomas pulmonares que você possa apresentar. O tratamento com Alecensa® deve ser interrompido permanentemente se ocorrer essa inflamação (pneumonite) e não for verificado que ela foi devido a outra causa. Seu médico orientará você adequadamente sobre a necessidade de parar ou ajustar o tratamento.



Hepatotoxicidade (toxicidade para o fígado)


Alecensa® pode ser tóxico para o fígado. Dessa maneira, seu médico deve solicitar exames para verificar a função do fígado antes do início do tratamento e a cada 2 semanas durante os primeiros 3 meses de tratamento. A função do fígado deve ser monitorada mesmo após os primeiros 3 meses de tratamento. Com base na gravidade dos efeitos colaterais, seu médico poderá optar por parar temporariamente o tratamento com Alecensa®, ajustar a terapia com uma dose menor ou então parar definitivamente o tratamento.

Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.



Mialgia grave (dor muscular grave) e elevação de creatina fosfoquinase (uma enzima dos músculos)


Se você apresentar dor, sensibilidade ou fraqueza muscular não explicada, informe ao seu médico. Ele solicitará exames de sangue para avaliar a presença da enzima creatina fosfoquinase de acordo com a presença dos sintomas musculares. Com base na severidade das reações adversas, seu médico poderá optar por parar o Alecensa® e recomeçar o tratamento com uma dose menor ou então descontinuar definitivamente o tratamento.



Bradicardia (diminuição do ritmo cardíaco)


Com o uso de Alecensa® você poderá sentir bradicardia (diminuição do ritmo cardíaco). Reporte ao seu médico caso sinta este sintoma. Seu médico avaliará os seus batimentos cardíacos e sua pressão arterial e fará o ajuste de dose, caso seja necessário.



Anemia hemolítica (anemia devido à ruptura de hemácias)


Pode ocorrer anemia hemolítica com Alecensa®. Se você apresentar concentração de hemoglobina abaixo de 10 g/dL e houver suspeita de anemia hemolítica, consulte seu médico sobre a necessidade de suspender o uso de Alecensa® e iniciar os testes laboratoriais apropriados. Se a anemia hemolítica for confirmada, seu médico pode parar temporariamente o tratamento e retomar o uso com uma dose reduzida após a resolução, ou descontinuar o Alecensa® definitivamente.



Hipertrigliceridemia grave (aumento de triglicerídeos, um tipo de gordura no sangue)


O uso de Alecensa® pode causar aumento nos níveis de triglicerídeos (um tipo de gordura no sangue), incluindo casos graves associados à pancreatite (inflamação do pâncreas), que podem causar dores abdominais e colocar a vida em risco. Reporte ao seu médico caso sinta sintomas de pancreatite. Se você apresentar pancreatite ou níveis muito elevados de triglicerídeos, seu médico poderá interromper temporariamente o uso de Alecensa® até a sua recuperação completa ou até que os fatores de risco sejam controlados.



Fotossensibilidade (sensibilidade à luz)


Você poderá sentir sensibilidade à luz com o uso de Alecensa®. Você deve sempre evitar exposição prolongada ao sol enquanto estiver sob o tratamento com Alecensa® até pelo menos 7 dias depois de parar o tratamento. Além disso, você deverá utilizar filtro solar com proteção contra raios UVA e UVB e protetor labial (fator solar maior ou igual a 50 FPS) para ajudar na proteção contra queimadura solar e problemas na pele.



Toxicidade embriofetal (toxicidade ao feto)


Alecensa® pode provocar danos ao feto quando administrado em mulheres grávidas. Se você for mulher e estiver fazendo uso de Alecensa®, ou for parceira de paciente homem que estiver fazendo uso de Alecensa®, você deve utilizar métodos contraceptivos altamente eficazes durante o tratamento e por pelo menos 3 meses depois da última dose de Alecensa®.



Abuso e dependência de drogas


Não se aplica.



Capacidade para dirigir veículos e operar máquinas


Não foram realizados estudos sobre os efeitos de Alecensa® na capacidade de dirigir e de operar máquinas. Alecensa® tem pequena influência na capacidade de conduzir e utilizar máquinas. Deve-se ter cautela ao dirigir ou operar máquinas, pois os pacientes podem apresentar bradicardia sintomática (por exemplo, síncope, tontura, hipotensão) ou distúrbios de visão enquanto tomam Alecensa®.



Intolerância à lactose (incapacidade de digerir completamente a lactose)


Este medicamento contém lactose (açúcar presente nos produtos lácteos, como leite e seus derivados). Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência congênita de lactase ou má absorção de glicose e galactose não devem tomar este medicamento. Informe seu médico se você apresentar intolerância à lactose, ele te orientará adequadamente.

Atenção: contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25 g/cápsula dura. Esse medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má absorção de glicose-galactose.



Teor de sódio


A dose diária de 1.200 mg de Alecensa® contém 48 mg de sódio, equivalente a 2,4% da dose máxima diária recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2 g de sódio para um adulto.






Uso em Populações Especiais



Mulheres e homens em idade fértil / Contracepção

Se você for mulher e estiver fazendo uso de Alecensa®, ou for parceira de paciente homem que estiver fazendo uso de Alecensa®, você deve utilizar métodos contraceptivos altamente eficazes durante o tratamento e por pelo menos 3 meses depois da última dose de Alecensa®.



Gravidez

Categoria de risco na gravidez: D. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Se você estiver em idade fértil, deve evitar a gravidez enquanto estiver recebendo Alecensa® porque, com base em seu mecanismo de ação, o medicamento pode causar dano ao feto. Se você for mulher ou parceira de paciente homem que estiver fazendo uso de Alecensa® e ficou grávida durante o tratamento ou até 3 meses depois da última dose, entre em contato com o seu médico.



Trabalho de parto e parto

A segurança do uso de Alecensa® durante o trabalho de parto e o parto não foi estabelecida.



Amamentação

Não se sabe se Alecensa® é liberado no leite materno. Como muitos medicamentos são liberados no leite materno e devido ao potencial dano à criança, as mães não devem amamentar enquanto estiverem recebendo Alecensa®.

O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.



Uso pediátrico (em crianças)

A segurança e a eficácia em crianças com idade abaixo de 18 anos não foram estabelecidas.



Uso geriátrico (em idosos), insuficiência renal e/ou diálise, e insuficiência hepática

Veja o item “6. Como devo usar este medicamento”.






Interação entre medicamentos



Substratos CYP (fármacos biotransformados pela enzima CYP)

Estudos indicaram que nem o alectinibe nem seu principal metabólito (M4) inibem as enzimas CYP1A2, CYP2B6, CYP2C9, CYP2C19 ou CYP2D6 em níveis que interfiram na atividade do medicamento. O alectinibe apresenta fraco potencial de aumentar a ação das enzimas CYP3A4 e CYP2B6 em níveis relevantes. Não é necessário nenhum ajuste da dose durante o uso conjunto com drogas que ativem a CYP3A. O alectinibe também não tem o potencial para aumentar as concentrações no sangue de drogas ativadoras da CYP2C8 quando administrado juntamente.



Substratos P-gp e BCRP

O alectinibe e o M4 têm o comportamento de inibir a glicoproteína-P (P-gp) e a Proteína de Resistência do Câncer de Mama (BCRP), duas proteínas importantes para manter a concentração correta no sangue de algumas outras drogas orais como a digoxina, dabigatrana e o metotrexato. Dessa maneira, o alectinibe pode aumentar as concentrações no sangue dessas drogas quando administrado concomitantemente (não é esperado que o aumento seja maior do que 2 vezes). Se o alectinibe for administrado juntamente com essas drogas, seu médico deve ser informado para fazer o acompanhamento apropriado.



Efeitos de outras drogas sobre o alectinibe:



  • Indutores CYP3A: Não são necessários ajustes da dose quando Alecensa® é administrado juntamente com indutores CYP3A (por exemplo: fenitoína, carbamazepina, rifampicina e fenobarbital). Recomenda-se monitoramento apropriado para pacientes que tomam indutores fortes de forma concomitante (incluindo carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifampicina e erva-de-são-joão [Hypericum perforatum]).

  • Inibidores de CYP3A: Não é necessário nenhum ajuste de dose quando Alecensa® é administrado juntamente com inibidores da CYP3A (por exemplo: itraconazol, cetoconazol, claritromicina e ritonavir). Recomenda-se monitoramento apropriado para pacientes que tomam inibidores fortes de forma concomitante (incluindo ritonavir, saquinavir, telitromicina, cetoconazol, itraconazol, voriconazol, posaconazol, nefazodona, toranja ou laranjas de Sevilha).

  • Medicamentos que aumentam o pH gástrico: Não é necessário nenhum ajuste de dose quando Alecensa® é administrado juntamente com inibidores de bomba de prótons ou outras drogas que elevem o pH gástrico (por exemplo: omeprazol e pantoprazol).

  • Efeito dos transportadores sobre a distribuição de alectinibe: Não houve interação do alectinibe com drogas que inibem a P-gp, como por exemplo: ciclosporina A, colchicina, tacrolimus, etoposídeo, doxorrubicina e vimblastina.



Atenção: Contém o corante dióxido de titânio.


Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Alecensa® cápsulas duras deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C) e deve ser mantido dentro do cartucho para proteger da luz e da umidade.



Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.



Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida

O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto, e o descarte em lixo doméstico deve ser evitado. Utilize o sistema de coleta local estabelecido, se disponível.



As cápsulas duras de Alecensa® apresentam coloração branca com as inscrições “ALE” e “150 mg” em preto.



Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Como devo usar este medicamento?

Para que o Alecensa® seja indicado para você, é necessário que seja realizado um exame, a fim de detectar se o seu câncer de pulmão é do tipo “não pequenas células” (CPNPC) e é positivo para ALK.



Você deve tomar as cápsulas duras de Alecensa® com alimentos. Você deve engolir as cápsulas inteiras e não deve abri-las nem dissolvê-las (misturadas com qualquer líquido).



Dosagem recomendada


A dose recomendada de Alecensa® é de 600 mg (quatro cápsulas de 150 mg cada) ingeridas pela boca, duas vezes ao dia, totalizando 8 cápsulas ao dia.


Pacientes com hepatopatia e insuficiência do funcionamento do fígado devem receber a dose de 450 mg, administrada pela boca, duas vezes ao dia (dose diária total de 900 mg).



Duração do tratamento


Tratamento para CPNPC ALK com doença localmente avançada ou metastática:

Seu tratamento será continuado até a progressão da doença ou o aparecimento de toxicidade grave que não possa ser tratada pelo seu médico.



Tratamento adjuvante de CPNPC ALK positivo após ressecção cirúrgica:

Recomenda-se que os pacientes sejam tratados com Alecensa® até a recorrência da doença, toxicidade incontrolável, ou por 2 anos.



Conduta em caso de esquecimento de doses


Se uma dose programada de Alecensa® for esquecida, você deverá tomar esta dose, desde que a dose seguinte seja dentro das próximas 6 horas. Se você apresentar vômitos depois de tomar uma dose de Alecensa®, então você deverá tomar a dose seguinte no horário agendado.



Modificações da dose


A interrupção e/ou redução da dose pode ser requerida com base na segurança e tolerabilidade individuais. Seu médico deve orientá-lo quanto à dose adequada, caso ele decida modificá-la.



Uso em Populações Especiais



  • Uso pediátrico (em crianças): A segurança e a eficácia de Alecensa® em crianças e adolescentes (menores de 18 anos) não foram estudadas.

  • Uso geriátrico (em idosos): Não é necessário ajuste de dose de Alecensa® em pacientes com 65 anos de idade ou mais.

  • Uso em nefropatas e diálise (insuficiência dos rins): Não é necessário ajuste de dose em pacientes que apresentam insuficiência dos rins leve ou moderada. Nenhum ajuste de dose é necessário em pacientes que apresentam insuficiência renal grave.

  • Uso em hepatopatias (insuficiência do fígado): Não é necessário o ajuste da dose inicial em pacientes que apresentam alterações leves do funcionamento do fígado (Child-Pugh A) ou moderada (Child-Pugh B). Pacientes com alterações graves do funcionamento do fígado (Child-Pugh C) devem receber uma dose de 450 mg, duas vezes ao dia (dose total de 900 mg). Para todos os pacientes com insuficiência hepática, recomenda-se o monitoramento adequado (por exemplo, marcadores da função hepática).



Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.



Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Se uma dose de Alecensa® for esquecida, ela deve ser tomada logo que você se lembre, a não ser que falte menos de 6 horas até a próxima dose. Nesse caso, você não deve tomar a dose esquecida.



Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

Quais os males que este medicamento pode me causar?

Como todos os medicamentos, os pacientes tratados com Alecensa® podem apresentar reações adversas, embora nem todas as pessoas as tenham. Anormalidades nos seus exames de sangue também podem aparecer.



Reação muito comum (ocorre em 10% ou mais dos pacientes que utilizam este medicamento):



  • Distúrbios gastrintestinais: prisão de ventre, enjoos, diarreia e vômitos;

  • Distúrbios gerais e condições do local de administração: edema (inchaço);

  • Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: dor muscular e aumento da enzima creatina fosfoquinase sérica (CPK);

  • Distúrbios cutâneos e do tecido subcutâneo: manchas vermelhas e irritação à exposição ao sol;

  • Distúrbios hepatobiliares: aumento de bilirrubina, AST, ALT e fosfatase alcalina (enzimas do fígado);

  • Distúrbios do sistema sanguíneo e linfático: anemia;

  • Distúrbios cardíacos: redução dos batimentos do coração (bradicardia);

  • Distúrbios renais e urinários: aumento de creatinina sérica;

  • Outros: aumento de peso.



Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):



  • Distúrbios da boca e gastrintestinais: aftas;

  • Distúrbios do sistema nervoso: disgeusia (distorção ou diminuição do senso do paladar);

  • Distúrbios do metabolismo e nutrição: hiperuricemia e hipertrigliceridemia (aumento de triglicerídeos, um tipo de gordura no sangue);

  • Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: doença pulmonar intersticial / pneumonite (inflamação nos pulmões);

  • Distúrbios oculares: distúrbios da visão;

  • Distúrbios renais e urinários: lesão grave dos rins.



Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):



  • Distúrbios hepatobiliares: lesão do fígado.






Mais informações sobre reações adversas selecionadas



Doença Pulmonar Intersticial (DPI) / Pneumonite (inflamação dos pulmões)

A DPI / pneumonite ocorreu em 1,7% dos pacientes tratados com Alecensa® nos estudos clínicos. Não houve casos fatais de DPI em nenhum dos estudos.



Hepatotoxicidade (toxicidade no fígado)

Nos estudos clínicos, 0,6% dos pacientes tiveram lesão hepática induzida por medicamento documentada (incluindo dois pacientes com o termo relatado de lesão hepática induzida por medicamento e um paciente com relato de aumento de AST e ALT de Grau 4, que documentaram a lesão hepática por meio de biópsia).

Foram reportados aumentos de AST em 23,6% dos pacientes e de ALT em 20,5% dos tratados com Alecensa®. Os eventos, em geral, ocorreram durante os primeiros 3 meses de tratamento, foram majoritariamente transitórios e resolvidos após a interrupção temporária do tratamento ou redução da dose. As elevações de AST e ALT levaram à retirada definitiva do tratamento em 1,1% e 1,3% dos pacientes, respectivamente.

Reações adversas de elevações de bilirrubina foram reportadas em 25,1% dos pacientes. Os eventos também ocorreram predominantemente nos primeiros 3 meses de tratamento, sendo usualmente transitórios e resolvidos com a modificação da dose. Em 8,3% dos pacientes, essas elevações levaram à modificação da dose e, em 2,1%, provocaram a descontinuação do tratamento.

Elevações conjuntas de ALT ou AST maiores ou iguais a três vezes o limite superior normal e de bilirrubina total maiores ou iguais a duas vezes o limite superior normal, com fosfatase alcalina normal, ocorreram em um paciente tratado com Alecensa®.



Bradicardia (redução dos batimentos do coração)

Casos de bradicardia foram reportados em 11,3% dos pacientes tratados com Alecensa®. Entre os 521 pacientes tratados, 102 (19,6%) que realizaram eletrocardiogramas seriados apresentaram valores de frequência cardíaca abaixo de 50 batimentos por minuto após a

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?O tratamento de superdose com Alecensa® deve consistir em medidas de suporte em geral. Não há antídoto para Alecensa®.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
Dizeres LegaisRegistro: 1.0100.0668

Produzido por:
Excella GmbH & Co. KG, Feucht, Alemanha.

Importado e registrado por:
Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A.
Rua Dr. Rubens Gomes Bueno, 691 CEP 04730-903 - São Paulo - SP
CNPJ 33.009.945/0001-23
Serviço Gratuito de Informações – 0800 7720 289
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